O que faço eu
Avalio a linguagem oral e escrita, intervenho na base linguística da leitura e da escrita, e dou estratégias à família e à escola.
Dislexia, disortografia e outras dificuldades de literacia
Estas dificuldades aparecem quase sempre na escola, e muitas vezes depois de a fala já parecer normal. O esforço é visível: a criança demora, cansa-se, evita — e começa a achar que é "burra", o que nunca é verdade.
Intervenho nesta situação: A partir dos 6 anos
Nenhuma destas observações é, por si só, um diagnóstico. São motivos suficientes para perguntar — é para isso que serve o rastreio.
Ler e escrever não são competências naturais: constroem-se sobre a linguagem oral que a criança já tem. É por isso que dificuldades na leitura e na escrita são, em muitos casos, dificuldades de linguagem que só se tornam visíveis quando a escola exige o código escrito.
Há uma confusão frequente que vale a pena desfazer. "Trocar as letras" a falar e "trocar as letras" a escrever são coisas diferentes, com causas diferentes e trabalho diferente — e uma criança pode ter uma sem ter a outra.
Dislexia e disortografia são nomes para perfis específicos dentro destas dificuldades. São diagnósticos formais, e um diagnóstico formal não se faz numa consulta nem por um profissional isolado.
Sou terapeuta da fala. O diagnóstico formal de dislexia não é meu, e eu não o faço sozinha — envolve tipicamente avaliação psicológica e a leitura conjunta do percurso escolar da criança. Dizer-lhe o contrário seria desonesto.
O que é meu, e é substancial, é a base linguística em que a leitura e a escrita assentam: a consciência dos sons da língua, o vocabulário, a estrutura das frases, a compreensão do que se lê. Essa parte posso avaliar e posso trabalhar — e muitas vezes é por aí que se começa, antes sequer de haver um diagnóstico fechado.
Avalio a linguagem oral e escrita, intervenho na base linguística da leitura e da escrita, e dou estratégias à família e à escola.
A avaliação cognitiva e o diagnóstico formal de dislexia, quando é esse o caminho.
Observa no contexto real, aplica as adaptações e acompanha a evolução ao longo do ano.
Articulo com todos. Quando é preciso outro profissional, digo-o e encaminho — não guardo o caso para mim.
Por isso não precisa de ter um diagnóstico para me contactar, nem de esperar pela avaliação de mais ninguém. Começamos pelo que eu consigo ver, e a partir daí digo-lhe com franqueza o que falta e quem o faz.
Começo pela linguagem oral, mesmo quando a queixa é escrita. Quero perceber o que a criança sabe sobre os sons da língua, que vocabulário tem, como compreende o que ouve — porque é aí que muitas vezes está a raiz.
A intervenção trabalha essa base e, em paralelo, as competências de leitura e escrita propriamente ditas. O trabalho é estruturado, mas não é um treino seco: continua a passar por jogos, por histórias e por material que faça sentido para aquela criança.
Com a escola, articulo por reunião ou por telefone. As adaptações só funcionam se o professor souber o que esperar e o que ajustar — e isso não se consegue por relatório entregue e nunca mais falado.
À família, deixo estratégias para o dia a dia. E deixo também uma ideia que costuma fazer diferença em casa: a criança não está a ser preguiçosa. Está a gastar muito mais energia do que os colegas para fazer a mesma coisa.
A conversa inicial é gratuita
É uma conversa ao telefone, de 15 a 20 minutos, sem custo e sem compromisso. Serve para eu ouvir o que a família tem observado e perceber se faz sentido avançar para observar a criança — e para a família perceber como é que eu trabalho.
Preencha os seus dados e eu ligo-lhe. São 15 a 20 minutos ao telefone, sem custo e sem compromisso.
Entro em contacto consigo no mesmo dia ou no dia seguinte, para o número que indicou.
Não consegui enviar o seu pedido. Ligue-me para+351 963 455 408 (Chamada para a rede móvel nacional) ou escreva parageral@terapeutadafalaandreiacaeiro.pt — respondo na mesma.