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Andreia CaeiroTerapeuta da Fala

Disfonia / alterações vocais

Alterações da voz

A voz está rouca há semanas, cansa-se ao fim do dia, falha quando se levanta o tom. Acontece a crianças que gritam muito, a adultos que falam muito por profissão, e a pessoas que simplesmente deixaram de reconhecer a própria voz.

Intervenho nesta situação: Todas as idades

O que os pais costumam notar

  • A voz está rouca há muito tempo, sem que haja uma constipação ou uma gripe a explicá-lo.
  • A voz cansa-se ou desaparece ao fim de falar durante algum tempo.
  • Faz esforço para falar, ou sente tensão no pescoço ou na garganta.
  • A voz falha, muda de tom sem querer ou sai com ar.
  • Pigarreia muitas vezes, ou tem sensação de algo preso na garganta.
  • A criança fala sempre alto, grita ou imita sons com a voz de forma intensa.
  • A voz mudou e a pessoa não sabe porquê.

Nenhuma destas observações é, por si só, um diagnóstico. São motivos suficientes para perguntar — é para isso que serve o rastreio.

O que são as alterações da voz — e o primeiro passo

A voz produz-se nas cordas vocais, que vibram quando o ar passa por elas. Quando algo altera essa vibração, a voz muda: fica rouca, áspera, fraca, com ar. Pode dever-se a uma causa orgânica, ao modo como a voz é usada, ou a uma combinação das duas.

Por isso, a rouquidão que persiste deve ser vista primeiro por um médico de otorrinolaringologia. É ele que observa as cordas vocais e verifica se há alguma lesão ou outra causa que precise de tratamento médico. Esse passo não se salta, e não é uma formalidade: determina o que se pode fazer a seguir. Em crianças, o mesmo se aplica.

Depois dessa observação, a terapia da fala entra para trabalhar a forma como a voz é produzida e usada. É para isso que se faz a avaliação da voz: perceber os hábitos, o esforço, a respiração e o modo de falar, e decidir o que faz sentido trabalhar.

Primeiro o médico, depois a terapia — e eu articulo com ambos

Sou terapeuta da fala. Não faço diagnóstico médico da voz, e não substituo a observação das cordas vocais por um otorrinolaringologista. Se a rouquidão se mantém, peço que comece por aí.

O que é meu é a parte funcional: como a voz é produzida e usada no dia a dia, e o que se pode ajustar. Quando o médico considera adequado, o seu relatório orienta o meu trabalho.

O que faz a otorrinolaringologia

Observa as cordas vocais, procura a causa e decide se há tratamento médico a fazer.

O que faço eu

Avalio a voz e o seu uso, trabalho a produção vocal, a respiração e os hábitos, e dou estratégias para o dia a dia.

O que faz a família ou a escola

Ajudam a identificar em que situações a voz piora e a manter as estratégias no quotidiano da criança.

O que faço eu outra vez

Articulo com o médico. Se durante o trabalho notar algo que me preocupe, digo-o e encaminho.

Se ainda não foi visto por otorrinolaringologia, pode contactar-me na mesma: explico-lhe como pedir essa observação e, a partir daí, acompanho o que for sendo necessário.

Como trabalho esta situação

Começo por ouvir como a pessoa fala e perceber em que situações a voz piora: ao fim do dia, em ambientes ruidosos, na escola, no trabalho. Pergunto sobre hábitos, como gritar, pigarrear ou falar muito sem pausas, e observo a respiração e a postura ao falar.

Com crianças, o trabalho faz-se a brincar e com a participação da família. Explico de forma simples como cuidar da voz e que hábitos pesam mais, e vamos ajustando em conjunto, sem transformar a criança em vigiada.

Com adultos, o trabalho centra-se na produção da voz e nas situações em que ela é mais exigida, como no trabalho. Escolho exercícios e estratégias que cabem na rotina.

As sessões duram entre 45 e 60 minutos e podem ser em casa ou na escola, em Almada e Seixal, ou online. Não prometo prazos nem resultados: o que se pode esperar depende da causa e do caso, e é isso que a avaliação ajuda a perceber. A família recebe relatório escrito, e articulo com o médico e com a escola quando é útil.

Situações próximas

Por vezes confundem-se, e por vezes aparecem juntas.

A conversa inicial é gratuita

O que acontece nesses primeiros minutos

É uma conversa ao telefone, de 15 a 20 minutos, sem custo e sem compromisso. Serve para eu ouvir o que a família tem observado e perceber se faz sentido avançar para observar a criança — e para a família perceber como é que eu trabalho.

O que fazemos

  • Conta-me o que tem observado em casa e na escola.
  • Pergunto o que precisar para perceber o caso.
  • Digo-lhe com franqueza se faz sentido avançar para observar a criança.
  • Se for, explico os passos seguintes e o que custam.

O que não é

  • Não é um rastreio.
  • Não é uma avaliação.
  • Não é um diagnóstico.
  • Não fica obrigado a nada a seguir.

Marcar conversa inicial gratuita

Preencha os seus dados e eu ligo-lhe. São 15 a 20 minutos ao telefone, sem custo e sem compromisso.

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Respondo no mesmo dia ou no dia seguinte. Se preferir, ligue para+351 963 455 408— Chamada para a rede móvel nacional.