O que faz a otorrinolaringologia
Observa as cordas vocais, procura a causa e decide se há tratamento médico a fazer.
Disfonia / alterações vocais
A voz está rouca há semanas, cansa-se ao fim do dia, falha quando se levanta o tom. Acontece a crianças que gritam muito, a adultos que falam muito por profissão, e a pessoas que simplesmente deixaram de reconhecer a própria voz.
Intervenho nesta situação: Todas as idades
Nenhuma destas observações é, por si só, um diagnóstico. São motivos suficientes para perguntar — é para isso que serve o rastreio.
A voz produz-se nas cordas vocais, que vibram quando o ar passa por elas. Quando algo altera essa vibração, a voz muda: fica rouca, áspera, fraca, com ar. Pode dever-se a uma causa orgânica, ao modo como a voz é usada, ou a uma combinação das duas.
Por isso, a rouquidão que persiste deve ser vista primeiro por um médico de otorrinolaringologia. É ele que observa as cordas vocais e verifica se há alguma lesão ou outra causa que precise de tratamento médico. Esse passo não se salta, e não é uma formalidade: determina o que se pode fazer a seguir. Em crianças, o mesmo se aplica.
Depois dessa observação, a terapia da fala entra para trabalhar a forma como a voz é produzida e usada. É para isso que se faz a avaliação da voz: perceber os hábitos, o esforço, a respiração e o modo de falar, e decidir o que faz sentido trabalhar.
Sou terapeuta da fala. Não faço diagnóstico médico da voz, e não substituo a observação das cordas vocais por um otorrinolaringologista. Se a rouquidão se mantém, peço que comece por aí.
O que é meu é a parte funcional: como a voz é produzida e usada no dia a dia, e o que se pode ajustar. Quando o médico considera adequado, o seu relatório orienta o meu trabalho.
Observa as cordas vocais, procura a causa e decide se há tratamento médico a fazer.
Avalio a voz e o seu uso, trabalho a produção vocal, a respiração e os hábitos, e dou estratégias para o dia a dia.
Ajudam a identificar em que situações a voz piora e a manter as estratégias no quotidiano da criança.
Articulo com o médico. Se durante o trabalho notar algo que me preocupe, digo-o e encaminho.
Se ainda não foi visto por otorrinolaringologia, pode contactar-me na mesma: explico-lhe como pedir essa observação e, a partir daí, acompanho o que for sendo necessário.
Começo por ouvir como a pessoa fala e perceber em que situações a voz piora: ao fim do dia, em ambientes ruidosos, na escola, no trabalho. Pergunto sobre hábitos, como gritar, pigarrear ou falar muito sem pausas, e observo a respiração e a postura ao falar.
Com crianças, o trabalho faz-se a brincar e com a participação da família. Explico de forma simples como cuidar da voz e que hábitos pesam mais, e vamos ajustando em conjunto, sem transformar a criança em vigiada.
Com adultos, o trabalho centra-se na produção da voz e nas situações em que ela é mais exigida, como no trabalho. Escolho exercícios e estratégias que cabem na rotina.
As sessões duram entre 45 e 60 minutos e podem ser em casa ou na escola, em Almada e Seixal, ou online. Não prometo prazos nem resultados: o que se pode esperar depende da causa e do caso, e é isso que a avaliação ajuda a perceber. A família recebe relatório escrito, e articulo com o médico e com a escola quando é útil.
Por vezes confundem-se, e por vezes aparecem juntas.
A conversa inicial é gratuita
É uma conversa ao telefone, de 15 a 20 minutos, sem custo e sem compromisso. Serve para eu ouvir o que a família tem observado e perceber se faz sentido avançar para observar a criança — e para a família perceber como é que eu trabalho.
Preencha os seus dados e eu ligo-lhe. São 15 a 20 minutos ao telefone, sem custo e sem compromisso.
Entro em contacto consigo no mesmo dia ou no dia seguinte, para o número que indicou.
Não consegui enviar o seu pedido. Ligue-me para+351 963 455 408 (Chamada para a rede móvel nacional) ou escreva parageral@terapeutadafalaandreiacaeiro.pt — respondo na mesma.